Como os Grandes Eventos de Moda Influenciam o Comportamento e o Consumo em 2025
Eu, Mariah, sempre fui de frequentar eventos de moda, mas nunca tinha parado para entender de verdade a importância da visibilidade, do networking e do impacto que esses encontros têm no comportamento das pessoas e no próprio mercado. Agora, vivendo esse universo mais de perto como embaixadora da EGM, tudo começou a fazer muito mais sentido. A moda sempre esteve presente na minha vida, mas pela primeira vez estou observando o backstage de como ela realmente move tendências, conversas e desejos.
Os grandes eventos de moda vão muito além dos looks impecáveis. Eles funcionam como uma lente cultural que revela como a sociedade está se sentindo — e, ao mesmo tempo, como ela provavelmente irá se comportar nos próximos meses. Quando uma marca apresenta uma coleção, ela não traz apenas roupas, mas ideias. Cores, tecidos, texturas e até a forma como os modelos caminham carregam mensagens que refletem movimentos sociais, emocionais e estéticos. Tons suaves podem indicar um momento de busca por estabilidade; brilhos e recortes ousados, uma necessidade de expressão e liberdade.
Outra coisa que comecei a perceber mais claramente é a velocidade com que tudo se transforma em comportamento. O que surge numa passarela hoje, amanhã já está no TikTok, nos moodboards do Pinterest, em editoriais independentes e nas adaptações que marcas menores fazem para atender à nova estética. A tendência nasce no evento, mas ganha vida na internet — e, em questão de dias, está no estilo das ruas.

Há também o poder da experiência. Os eventos deixaram de ser apresentações formais e se tornaram espetáculos sensoriais. Cada detalhe — a luz, o som, o ambiente, a performance — é pensado para criar conexão emocional. Quando o público sente algo, ele se aproxima da marca. E consumir passa a ser uma forma de participar daquela sensação.
Percebo que as pessoas não compram apenas uma peça; elas compram pertencimento. É por isso que, depois de grandes eventos, vemos desfiles inteiros influenciando buscas, escolhas, combinações de roupas e até a forma como as pessoas querem se expressar. Tendências se tornam estilos de vida.
Outro aspecto que me impactou foi entender o papel de quem cobre esses eventos. Falar sobre moda não é só comentar o look favorito, mas traduzir intenções. É observar narrativa, direção artística, comportamento da plateia, energia do ambiente. É interpretar. E isso se torna ainda mais especial quando existe uma responsabilidade real em mostrar esse universo para quem não estava lá, mas quer vivê-lo de alguma forma.
E se existe uma palavra que define a moda em 2025, é autenticidade. Estamos vivendo um momento em que a naturalidade vale mais do que o exagero, e a personalidade mais do que a perfeição. Os eventos refletem isso: modelos diversos, estilos fluidos, narrativas honestas e uma estética que abraça identidade, não padrão. É um movimento de humanização — e é inspirador assistir de perto.
Hoje, olhando para esse universo com mais profundidade, percebo que os eventos de moda não são apenas bonitas apresentações. Eles moldam comportamentos, tendências, consumo, humor, propósito e até autoestima. E agora, vivendo esse momento como embaixadora da EGM, finalmente entendo a força que existe por trás de cada desfile, cada escolha e cada tendência que nasce ali.
Se quiser acompanhar mais da minha jornada na moda, bastidores, tendências e experiências como embaixadora da EGM, continue acompanhando meus conteúdos. Ainda estou só no começo — e tem muita história bonita vindo pela frente.
Sobre mim – Mariah Borges
Modelo, criadora de conteúdo, embaixadora da EGM e apaixonada por tudo que envolve moda, comportamento e experiências visuais. Minha missão é traduzir o universo fashion de forma humana, acessível e inspiradora.

